fbpx
 
 

“Novo mundo, o mesmo mundo. Nova missão, a mesma missão”. A frase repleta de profundidade e complexidade foi pano de fundo para a reflexão que Luke Herin trouxe durante o café da manhã promovido pela MIAF – Missão para o Interior da África, realizado no salão de eventos da FTSA – Faculdade Teológica Sul Americana.

Herin, que é médico, missionário e diretor internacional da MIAF, argumentou que o mundo mudou, mas apesar da tecnologia e das inovações, ainda é o velho mundo perdido que precisa ser alcançado pelo amor de Deus e pelo Evangelho da salvação. A missão também ganhou novos rumos, novas estratégias, mas ainda é a mesma Missio Dei: reconciliar o mundo com Deus.

Segundo ele, os missionários deste novo tempo conseguirão mais abertura se partirem para o campo com habilidades profissionais. “Os missionários profissionais, como professores, médicos, psicólogos, homens de negócios, podem chegar a lugares onde o missionário tradicional não consegue entrar. Chegarão mais perto das pessoas não-alacançadas que Deus tem espalhado pelo mundo no movimento da diáspora”.

Trabalhando há mais de 120 anos em países da África, a MIAF conhece bem esta realidade. “Nas nações africanas onde o Islã é dominante, o cristianismo muitas vezes não é bem-vindo. Devido a estas barreiras, cerca de 1.000 dos 3.700 grupos de diferentes etnias da África, a maioria deles islâmica, ainda não foram alcançados, e não têm qualquer testemunho viável do evangelho.”, explica a diretoria da MIAF.

Para colocar o seu projeto Visão 2020 em prática, a MIAF vem considerando as mudanças do novo mundo, sem perder o compromisso com a missão de sempre. “O cenário no século 21 está um pouco diferente. A maioria dos africanos possui um telefone celular. Eles estão no Facebook. Eles estão se mudando para as cidades, se modernizando, e até mesmo emigram ao redor do globo. A população africana é a que mais cresce no mundo, e, em 2050, estima-se que 1 em cada 4 pessoas na Terra será Africano. Por isso, já estamos nos preparando para uma resposta que leve à oração, colheita e plantação de igrejas”.

*c/ informações da MIAF